sexta-feira, 8 de julho de 2011

o ferreiro

O ferreiro

Era uma vez um ferreiro que, após uma juventude cheia de excessos, resolveu entregar sua alma a Deus. Durante muitos anos trabalhou com afinidade, praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação, nada parecia dar certo na sua vida. Muito pelo contrário: seus problemas e dívidas acumulavam-se cada vez mais.
Uma bela tarde, um amigo que o visitara -- e que se compadecia de sua situação difícil -- comentou: "É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda a sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado".
O ferreiro não respondeu imediatamente. Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida.
Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, começou a falar e terminou encontrando a explicação que procurava. Eis o que disse o ferreiro: "Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas. Você sabe como isto é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor infernal, até que fique vermelha. Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada. Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura. Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente".
O ferreiro deu uma longa pausa, acendeu um cigarro e continuou: "`As vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue agüentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada. Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria."
Mais uma pausa e o ferreiro concluiu: "Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é: Meu Deus, não desista, até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser -- mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das almas".

amigas descupas estive sumida por motivo meu monitor estragou
conto compressao de todas nao esqueçam deixar seus recados pois amo todos bjo

4 comentários:

Vida no Campo disse...

Ola Zoleide,espero que fique tudo bem com seu sogro,a casa lar que vc vem visitar deve ser o Sã,fica perto do hospital São bras,do colégio santos anjos,o hotel deve ser o são Rafael ,nossa ja reparou quanto santo rsrs. beijos bom fim de semana

Vida no Campo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Maria ( Jeito de Casa ) disse...

oi Zoleide


Linda mensagem!!!!!!!!!
Vim agradecer o recadinho na postagem da revista casa claudia, muito obrigada querida.
Bjus e um ótimo findi pra vc e sua família!!

Ana de Geo disse...

Nossa, Zoleide!
Que texto maravilhoso! Isso é a pura verdade. Obrigada pelo seu carinho em me visitar. Sinta-se abraçada e seja mto bem vinda sempre que quiser!
Fica na Paz!